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Mostrando postagens de fevereiro, 2011
A IDADE DAS CHUVAS
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Quando era infância tive o meu caderno de chuvas: algumas rasuradas, outras fiéis cópias dos deveres do céu. Quando era infância, minhas chuvas eram as águas do que poderiam ter sido: fruto de rios bem cursados. Mas herdei a chuva ancestral que põe umidade na alma e passa o ano a acarinhar a palidez das poças de lama. E é a mesma água que ainda sonha os grandes oceanos. André Ricardo Aguiar
Texturas
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Não te preocupes em me decifrar, sou costurada com a linha da ambigüidade, vestida de discursos de calar. Não procure em mim suas verdades ... minha bainha não foi feita, toco em todas as texturas. Minha cor não foi eleita, sou camaleão sem cura. Sou verso de intuição, pergunta possível, tentativa de explicação. Meu verso é repleto de possibilidades, não possuo seqüência, não possuo métrica. Sou cúmplice da dualidade, rima anacrônica perdida na realidade. Não te preocupes em me decifrar. Desconheço autoria.
SALVE IEMANJÁ,SALVE MINHA REGENTE!! :))
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Odôyabá! Odó Iyá ! Iemanjá a rainha do mar ... Do meu mar ... Do nosso mar . Odoyá, salve e seja sua luz e sua força na minha vida, minha mãe!Lindo!! NUNCA DEVEMOS ESQUECER QUE: Yemanjá é sensível às atenções ou bondades que se dispensam espontaneamente a seus filhos, e também aprecia e recompensa aqueles que são respeitosos e lhe demonstram consideração. Em todos os momentos graves, os Orixás pedem conselhos a Yemanjá, a Deusa progenitora, muito sábia e dona do mais precioso dos princípios vitais. Iá nlá, Iyá Oyibó, Iyá erú, Iyá, mi lánu…